Foco das linhas de crédito disponibilizadas pelo governo tem como prioridade as grandes empresas
Um dos maiores problemas em todas as empresas em reestruturação é a priorização (errônea) do combate aos efeitos e não às causas geradoras.
Ao traçar um cenário pós-pandemia do novo coronavírus, o secretário de Política Econômica do Ministério da Economia, Adolfo Sachsida, afirmou nesta terça-feira (5) que o país terá aumento da pobreza, do desemprego e do número de falências de empresas.
Segundo o artigo “3” das referências de informações apuradas “as instituições bancárias exigem muitas garantias, cobram altos juros e torna uma saga a jornada do empreendedor até o crédito tão desejado.
A economia brasileira vem de uma sequência de anos ingratos, extremamente difíceis. Muitas empresas ficaram pelo caminho e outras tantas resistiram, prosseguindo apesar de feridas severas – não raro ainda sangrando e lutando contra toda a sorte de adversidades.
É notório que o mundo encontra-se em estado de alerta em razão do surto viral do COVID-19 (coronavírus), vírus de alto grau de transmissibilidade que, apenas neste início de ano, já causou a morte de milhares de pessoas ao redor de todo o mundo e já foi reconhecido pela Organização Mundial da Saú
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Medidas anunciadas pelo Governo de MG valem até 30 de abril; hospitais públicos e microempresas também serão beneficiadas
A maior empresa de energia elétrica do Brasil também figura entre as sete maiores desvalorizações na bolsa de valores de São Paulo (B3) durante mês de março, segundo levantamento realizado pela Economatica.
Descarbonização significou redução de 4,1 GW na capacidade de carvão e aumento de 3 GW nas renováveis