• One Day Seminar - MG
  • IV Congresso TMA Brasil
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    Happy Hour – Financing Turnarounds

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    Turnaround management
    in the law context

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    Book launch of Brazilian
    edition of Corporate Turnaround

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    Book launch of Brazilian
    edition of Corporate Turnaround

  • Veja o resumo deste evento.

    Restructuring in Rough Seas
    Dealing with Financial Distress
    in an Uncertain Environment

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    How the global crisis affected
    companies and how to
    turn them around

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    Claudio Galeazzi's experience turning
    around Brazilian companies

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    One-Day Seminar TMA Brasil

  • tma brasil

    Reunião do
    Comitê de Gestão e Finanças

  • Event summary.

    Round table discussion on
    cases of turnaround funding

  • Event summary.

    TMA Brazil's constitutional
    general assembly

  • Reunião do Conselho de Administração

    One Day Seminar Rio de Janeiro

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    Financing turnarounds

  • Event summary.

    Turning around media companies
    in times of global crisis

  • Event summary.

    Reception to TMA Brazil's
    constitutional general assembly

  • Event summary.

    Year of Turnaround and
    Restructuring TMA Brazil's agenda

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    Reestruturacao com instrumento de mercado de capitais

  • Reunião do Conselho de Administração

    Reunião do Conselho de Administração

  • Assembleia Geral Ordinária

    Assembleia Geral Ordinária

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    Introducing the Turnaround
    Management Association

  • Jurisprudência na Lei 11.101/05

    Jurisprudência na Lei 11.101/05

  • Event summary.

    Trends in corporate
    turnaround in Brazil

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    II Congresso TMA Brasil

  • Event summary.

    I TMA-Brazil Convention

  • Veja o resumo deste evento.

    II Congresso TMA Brasil

  • AFT_2828

    II Congresso TMA Brasil

  • Veja o resumo deste evento.

    II Congresso TMA Brasil

  • AFT_3728

    II Congresso TMA Brasil

  • Veja o resumo deste evento.

    I Congresso TMA Brasil

  • AFT_3020

    II Congresso TMA Brasil

Newsletter da
Turnaround Management
Association do Brasil - TMA Brasil

alt Newsletter - Agosto de 2011
alt Transformando Famílias Empreendedoras em Famílias Empresárias

Eventos TMA Brasil

III Congresso TMA Brasil de Reestruturação e Recuperação de Empresas

Data: 26 e 27 de setembro
Local: Amcham Business Center
Inscrições: www.tmabrasil.org – desconto de 20% até 12/09/11
Informações: 11 3104-1491 ou This e-mail address is being protected from spambots. You need JavaScript enabled to view it

Inscreva-se e anuncie o evento na sua empresa e rede de contatos!


Curso Turnaround de Empresas:
da Reestruturação à Recuperação – inscrições abertas

Em parceria com a TMA Brasil, o programa abordará processos essenciais para recuperação de uma empresa

O Insper lança o curso de curta duração Turnaround de Empresas: da reestruturação à recuperação, que visa a capacitar profissionais para lidar com as diferentes etapas de uma crise econômico-financeira, desde a identificação da crise à recuperação de empresas.

Resultado de uma parceria entre o Insper e a Turnaround Management Association do Brasil - TMA Brasil, o curso traz uma abordagem multidisciplinar, que englobará três áreas específicas envolvidas no processo de crise: a gestão, as finanças e as questões jurídicas. Dividido em três módulos, aliará a aplicação de conceitos teóricos à discussão de casos práticos, envolvendo turnaround e recuperação judicial. Os módulos endereçam três momentos distintos: a) o período anterior à crise econômico-financeira na organização, visando identificá-la e preveni-la; b) o momento da crise e como lidar com ele e c) o período após a gestão da recuperação, trazendo as lições aprendidas e como evitar situações semelhantes no futuro.

O programa é indicado para profissionais que atuam nas diversas frentes envolvidas em processos de reestruturação e recuperação de empresas e que se beneficiariam de uma visão integrada desses processos como gestores, consultores de negócios, juízes, advogados, conselheiros de administração e economistas e administradores.

Com início em 25 de outubro, as aulas serão às segundas e quartas-feiras, das 19h30min às 22h30min, totalizando a carga horária de 102 horas. As matrículas para a primeira turma estão abertas e podem ser feitas pelo site http://www.insper.edu.br/educacao-executiva/tma.

Sobre a Educação Executiva no Insper
No ranking do jornal Financial Times de Educação Executiva, o Insper está entre as melhores escolas de negócios do mundo: 25º lugar mundial. Os programas desenhados conforme a necessidade das empresas ocupam a 24ª colocação, enquanto os cursos abertos ocupam a 30º posição.

Serviço
Inscrições: até 18 de Outubro
Aulas: segundas e quartas-feiras
Horário: das 19h30 às 22h30
Local: Insper – Rua Quatá, 300 - Vila Olímpia
Mais informações: (11) 4504-2400 -http://www.insper.edu.br/educacao-executiva/tma.

Mais informações para a imprensa:
Carolina Barankiewicz – This e-mail address is being protected from spambots. You need JavaScript enabled to view it – 4504-2659
Fernanda Buischi - This e-mail address is being protected from spambots. You need JavaScript enabled to view it – 4504-2668


Notícias


Transformando Famílias Empreendedoras em Famílias Empresárias

É muito comum, em casos de turnaround, depararmos com Empresas Familiares – uma vez que são a grande maioria (estima-se que 95% das empresas brasileiras são controladas pelas famílias fundadoras segundo Family Business Network Association). Justamente neste particular, podemos então afirmar que as empresas que necessitam realizar seu turnaround, são empresas onde o controle e comando é familiar.

Poucas são as empresas familiares que sobrevivem no decorrer do tempo. Para aquelas poucas que sobrevivem, ano após ano, quando conduzidas da forma correta conseguem obter um valor expressivo em função do seu crescimento e prosperidade.

 

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Por outro lado, em geral, o que leva uma empresa familiar a uma situação de crise é a forma como ela é conduzida ao longo de sua história.

Segundo o Prof. John Davis (Harvard Business School), são 5 as razões primárias que levam uma empresa familiar a uma situação de crise:

  1. Famílias crescem mais rápido que os negócios da empresa;
  2. A expectativa de estilo de vida aumenta com as gerações;
  3. As famílias tornam-se totalmente dependentes dos dividendos da empresa;
  4. Todos os ganhos da família, em geral, estão concentrados no negócio; e
  5. As famílias tornam-se fragmentadas e menos unidas com o tempo.

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Analisando o comportamento das empresas familiares ao longo do tempo, o primeiro momento é marcado pela forte iniciativa empreendedora tendo claro o objetivo da subsistência da família. É a “família empreendedora” que adequa suas necessidades ao negócio. Ou seja, a prioridade absoluta é o negócio.

Não é caraterística deste momento haver conflitos entre os membros da família quanto a remuneração, quando atuam na empresa ou mesmo quando não, uma vez que, são dependentes do(s) fundador(es).

A capacidade de superar uma crise empresarial, em todos os casos está diretamente relacionada ao engajamento do empresário com seu negócio. Traduzindo este aspecto para o contexto do negócio, o Empreendedor normalmente é capaz de suportar mudanças drásticas em seu modus operandis bem como aceitar mudanças significativas em sua estrutura organizacional. Além disso, o empreendedor é capaz de suportar perdas circunstanciais e momentâneas no seu padrão de vida.

Superada esta primeira etapa de consolidação da empresa, a relação Família – Negócio sofre mudanças significativas como consequência do crescimento da empresa, capaz de cumprir de forma regular com a subsistência da família e deixando resultados adicionais, o lucro neste caso.

Em geral, o lucro obtido será empregado no próprio Negócio, ou em Propriedade, ou ainda para a Família.

A segunda e eventualmente terceira geração passam a assumir responsabilidades na operação deixando de depender do fundador e por vezes já constituíram uma nova família com padrão de vida que não está sujeito às limitações do Negócio, ao contrário, submete- o às suas necessidades, ainda que este seja incapaz de gerar todos recursos. A prioridade que no primeiro momento era o Negócio, nesta etapa passa a ser a Família.

De outra forma, a Família cresceu mais rápido do que o Negócio, suas expectativas de padrão de vida são cada vez mais elevadas, dependendo integralmente do Negócio. Com o advento das gerações as relações tornaram-se mais fragmentadas ao passo que a primeira geração ainda detém e continua a acumular maior concentração de Propriedade.

Por outro lado, as decisões de reinvestimento do lucro no Negócio tornam-se menos constantes. Qualquer decisão de investimento necessário para mantê-lo competitivo passa a ter premissas qualitativas demasiadas e não somente fatores quantitativos. Como diz o Prof. John Davis: “aumentar os lucros mais rápido do que a taxa de crescimento da família exige investir, assumir riscos, diversificar e ficar atenta às mudanças no setor”. Essa competência vai diminuindo à medida que o tempo passa. E não deveria ser assim.

Especialista no assunto, Prof. John Ward (Kellogg), demonstra que os motivos que levam uma empresa familiar a desaparecer ao longo de sua história está muito mais ligado às Complexidades que a Família traz ao Negócio do que a problemas relativos e inerentes ao Negócio, por si só. Portanto, problemas gerenciais não são causas e sim consequências.

Em situações onde a crise se agrava, o Negócio é sacrificado em função da proteção ou da manutenção da propriedade de forma que conflitos familiares sejam evitados no “curto prazo”

Dessa maneira, ações de preservação do caixa da empresa não são realizadas no momento certo, pois tais recursos são direcionados para que o padrão de vida da Família seja mantido através de cada vez maiores níveis de endividamento

Os motivos que levam as Famílias a depender de muito mais recursos do que o Negócio pode gerar ao longo do tempo e, consequentemente, privando-o das oportunidades de manutenção e melhoria, ocasionando perda de competitividade pela negligência, são as causas centrais do problema.

É neste momento que a Família percebe, através da crise de liquidez, a necessidade de forte ruptura no modus operandis. A prioridade, que na segunda etapa era a Família, passa a ser a Propriedade.
O Negócio deixa de ser fonte de recursos e passa a potencialmente “consumir” Propriedade.

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Como equacionar tais problemas?

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Essa dificuldade nas Empresas Familiares, de certo modo, é ocasionada por razões muito simples: a Família se confunde com o Negócio e que por sua vez, se confunde com a sua Propriedade.
Tratando cada um dos três elementos fundamentais, conforme figura abaixo, através de uma visão profissional e estruturada de cada uma destas partes, ajudará a Empresa Familiar a deixar seu modus operadis e iniciar as mudanças na relação societária, organizacional e operacional.

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Para o momento é necessário delimitar a abordagem às ações que devem ser realizadas para dissociação dos elementos Família-Negócio e consequentemente a mudança de Empresa da Família para Família Empresária. A seguir serão abordados alguns pontos relevantes e ações decisivas que podem equacionar os elementos das empresas familiares:

A Família se confunde com o negócio, uma vez que, a gestão é definida por razões familiares e não necessariamente pela competência-chave para o momento.

As competências, que no início do negócio foram fundamentais para o sucesso, podem mudar. Fatores como movimentos de mercado, ciclo de vida dos produtos ou da empresa, novas tecnologias utilizadas, ganhos de eficiência e produtividade, etc. são dinâmicos e, portanto as competências que podem suportar tal complexidade mudam com o tempo. Há que se considerar, também, se os sucessores foram preparados e possuem as novas competências necessárias e a aderência ao objetivo do Negócio, uma vez que não escolheram ter a empresa nem os sócios.
O propósito da Família em ter/manter o Negócio é que este continue a ser sua fonte de geração de renda. É fundamental que a “utilização deste recurso” seja feita de forma racional, dentro de regras, de um acordo de acionistas. A própria Família deve definir tais regras, podendo ser assessorada por um corpo jurídico/consultivo, de forma que garanta reinvestimento do lucro e aquisição/desenvolvimento de competências estratégicas quando necessárias fora do âmbito familiar, permitindo que o crescimento do Negócio possa suportar as necessidades da Família no médio e longo prazo, inclusive.

O fato de inserir executivos profissionais no board, com as competências chave necessárias, não afasta a Família do Negócio, pelo contrário, deve facilitar sua atuação para que ela possa assumir papéis de acionista, investidor e conselheiro.
O conhecimento do Negócio por parte da Família gera forte identificação e comprometimento com a cultura da empresa e, portanto continua a ser diferencial que deve ser cultivados por todos e orientado por uma cultura de busca por resultados e retorno sobre o capital. A diferença, do ponto de vista da Governança, é que tudo deve ser regido por um ambiente de papéis claramente definidos, desde os aspectos de hierarquia, sucessão, distribuição de dividendos, base de salários, cultura de meritocracia, etc.

Outro ponto crítico está em conflitos familiares que precisam ser superados. O objetivo é, através da Governança, viabilizar a visão e o entendimento do negócio muito acima de pequenos interesses particulares, alimentados ao longo do tempo devido a frustrações e divergências. Questões mal resolvidas, carregadas de um passivo emocional, resultado de crises anteriores provocadas por crescimento desordenado ou recessões, ou ainda ressentimentos provocados pela divisão ou não de patrimônio e poder; são essencialmente essas as forças que deverão levar a Família a um profundo processo de negociação das relações societárias, tendo como resultado a construção de regras, sobretudo quanto a extensão e divisão do poder. Tais regras são escritas e pactuadas no acordo de acionistas.

Definir formal e contratualmente os eventuais ajustes entre os sócios, na forma deste instrumento torna-se necessário e prudente até para que eventuais conflitos se resolvam com o menor dano possível à atividade da empresa. A especificação de regras sobre a Governança, sobre a política de dividendos e especialmente quanto ao direito de preferência em caso de alienação de ações também são aspectos fundamentais deste processo, conforme Paulo Aragão, da Barbosa, Mussnich & Aragão Advogados.

O acordo de acionistas é um instrumento que define como os sócios vão exercer o controle, ou seja, quem pode tomar as decisões, quais decisões podem ser tomadas, qual o limite da decisão e com quem e em que circunstâncias podem tomá-las.

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As premissas assumidas neste artigo: Família, Propriedade e Negócio e como tratá-las, expressam fatos absolutamente comuns as Empresas Familiares que a partir do correto entendimento:

  • dos 3 elementos-chave,
  • das relações entre os mesmos,
  • uma sólida convergência dos desejos e expectativas dos sócios visando a recuperação e perpetuidade do Negócio, traduzida através do acordo de acionistas
  • e a utilização da governança como meio de condução e aperfeiçoamento,

gera, de forma sustentável, as condições para mudanças, amadurecimento e organização de si mesma sob a perspectiva agora de Família Empresária e o estabelecimento, nesta etapa de turnaround, de um novo modus operandis, dirigido a retomar a capacidade do Negócio gerar recursos, para o crescimento ordenado deste, da Família e da Propriedade.


Autores:

Christian Murayama, associado Ogata Management Consulting e presidente do Comitê de Gestão e Finanças da TMA Brasil.

Renato Nishimura

 

Colaboraram

Diogo Toledo
Eduardo Perrone

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